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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Eu ando me apaixonando por tantas mulheres, que as vezes gosto até do que me fere, ando trocando peles, comprando gato por lebres sem saber qual pelo me serve, fazendo testes, comprovando teses, de que tudo aqui não passa de um mere flerte.
Eu ando fazendo teto, andando reto, pra não me perder, sempre fui inquieto, mais nunca estive tão perto de me conhecer, meus sorrisos não são fáceis de florecer, há bastante cultivo e cativo pra ele nascer.
Eu ando desfazendo você, como se todas as fazendas fossem de papel machê, eu redesenho seu rosto, imagino teu corpo baseado nas regras de crochê, eu amo os opostos eu faço compras em postos pra não virar clichê.
Eu sou todo moço, mudo surdo cego, fundo do poço, sou a esperança em velho, a idade ameçando o corpo, sou copo dágua, vinho seco, liso de lodo, sou verdade absoluta, sou tudo menos luta, sou a questão dessa conduta, que estão sem frutas, pois não colheram o que escultaram das ruas... 

sábado, 9 de janeiro de 2016

Eis, crê vê?

Eu resolvi escrever pros desavisados, pros ques estão calados e resolverão falar, eu escrevo pra vocês que nunca ousou em se mostrar, escrevo pra por pra fora o que eu não consigo guardar, eu escrevo pra mudar o ar, as vezes não sei o que falar, pra mim é muito mais fácil escrever do que expressar, é tanto faz, se eu ando em linhas que não se repetem jamais, eu faço os meus finos traços, com pequenas quebras e emendas, deixe que a terra entenda, qual seu significado.
Eu resolvi cutucar o passado, pra ele nada foi tão presente, quanto os que não foram dados, eu resolvi sofrer calado, pelado, deitado, eu resolvi sofrer no passado, há se tudo que passasse fosse amassado, quem jogaríamos pro outro lado? E sendo cutucado, me senti incomodado, pelo futuro querendo resposta dos meus atos imundos da noite passada, sem essa de vidas laçadas, sem portas trancadas ou corações marcados, cada macaco no seu galho, desavisado, que fraqueza vem de acordo com o que é abordado, quantas análises fizeste acordado? Dentro de mim eu me vejo lesionado, e fora retardando, lesando com quem não queria ter passado, todo dia atrás de um...

Eu resolvi escrever sobre meus pensamentos, a uns anos atrás em época de tormento, eu sair do furacão o chamando de vento, e tento tento, falar sobre algo a mais que venho vendo, quando tudo abordo, nada transbordo e sigo me enchendo, quando tudo la fora os salta os olhos, e tudo la fora fosse ilusório? Quanto valera teus argumentos? Ardendo ardendo, em agua fria e corpo sedento, de quem em uma vida tenha lhe feito a ida um único momento, quem ainda se deixa levar pelo tempo? O medo ou outros sentimentos?

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

re-turn.

A minha vida é cheia de revoltas
De escoltas, de expostas
Pra todo mundo ver
E essas revoltas 
São apenas idas e voltas
De pessoas q eu vim a conhecer
De ditas de ida sem volta
De promessas de volta sem ida
De momentos que se mantem presente, ainda
De casas meio cheias de vida,
De lembranças das tuas tintas
De boas novas
De novas vidas
De novo
Mais uma ida...

terça-feira, 25 de agosto de 2015

partenaire.

Apaixonar por rostos
Estou disposto 
A reiniciar
Se diluir em corpos
Sou o oposto
A se terminar

E eu aceitei
Em acreditar nas
Nossas conversas
Talvez essa
Seja a melhor forma
De te ter perto de mim
De achar que você
Pertence e os afins
A gente pode resolver
Agarradim
Vou lhe dar
O tempo necessário
Pra sair do imaginário
Que a algo a mais pra ti
Alem de tudo de mim!