Eu resolvi escrever pros desavisados, pros ques estão calados e resolverão falar, eu escrevo pra vocês que nunca ousou em se mostrar, escrevo pra por pra fora o que eu não consigo guardar, eu escrevo pra mudar o ar, as vezes não sei o que falar, pra mim é muito mais fácil escrever do que expressar, é tanto faz, se eu ando em linhas que não se repetem jamais, eu faço os meus finos traços, com pequenas quebras e emendas, deixe que a terra entenda, qual seu significado.
Eu resolvi cutucar o passado, pra ele nada foi tão presente, quanto os que não foram dados, eu resolvi sofrer calado, pelado, deitado, eu resolvi sofrer no passado, há se tudo que passasse fosse amassado, quem jogaríamos pro outro lado? E sendo cutucado, me senti incomodado, pelo futuro querendo resposta dos meus atos imundos da noite passada, sem essa de vidas laçadas, sem portas trancadas ou corações marcados, cada macaco no seu galho, desavisado, que fraqueza vem de acordo com o que é abordado, quantas análises fizeste acordado? Dentro de mim eu me vejo lesionado, e fora retardando, lesando com quem não queria ter passado, todo dia atrás de um...
Eu resolvi escrever sobre meus pensamentos, a uns anos atrás em época de tormento, eu sair do furacão o chamando de vento, e tento tento, falar sobre algo a mais que venho vendo, quando tudo abordo, nada transbordo e sigo me enchendo, quando tudo la fora os salta os olhos, e tudo la fora fosse ilusório? Quanto valera teus argumentos? Ardendo ardendo, em agua fria e corpo sedento, de quem em uma vida tenha lhe feito a ida um único momento, quem ainda se deixa levar pelo tempo? O medo ou outros sentimentos?