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sábado, 9 de janeiro de 2016

Eis, crê vê?

Eu resolvi escrever pros desavisados, pros ques estão calados e resolverão falar, eu escrevo pra vocês que nunca ousou em se mostrar, escrevo pra por pra fora o que eu não consigo guardar, eu escrevo pra mudar o ar, as vezes não sei o que falar, pra mim é muito mais fácil escrever do que expressar, é tanto faz, se eu ando em linhas que não se repetem jamais, eu faço os meus finos traços, com pequenas quebras e emendas, deixe que a terra entenda, qual seu significado.
Eu resolvi cutucar o passado, pra ele nada foi tão presente, quanto os que não foram dados, eu resolvi sofrer calado, pelado, deitado, eu resolvi sofrer no passado, há se tudo que passasse fosse amassado, quem jogaríamos pro outro lado? E sendo cutucado, me senti incomodado, pelo futuro querendo resposta dos meus atos imundos da noite passada, sem essa de vidas laçadas, sem portas trancadas ou corações marcados, cada macaco no seu galho, desavisado, que fraqueza vem de acordo com o que é abordado, quantas análises fizeste acordado? Dentro de mim eu me vejo lesionado, e fora retardando, lesando com quem não queria ter passado, todo dia atrás de um...

Eu resolvi escrever sobre meus pensamentos, a uns anos atrás em época de tormento, eu sair do furacão o chamando de vento, e tento tento, falar sobre algo a mais que venho vendo, quando tudo abordo, nada transbordo e sigo me enchendo, quando tudo la fora os salta os olhos, e tudo la fora fosse ilusório? Quanto valera teus argumentos? Ardendo ardendo, em agua fria e corpo sedento, de quem em uma vida tenha lhe feito a ida um único momento, quem ainda se deixa levar pelo tempo? O medo ou outros sentimentos?

domingo, 21 de setembro de 2014

Caju...

Eu tenho um amor antigo
que costumo deixar no peito
um amor velho e bonito
morto, porem vivo acada play
Um amor verdadeiro e sem mais
sem ais e nem tais
apenas um amor
sem dor
sem temor
sem odor
sem cor
Apenas um sentimento
sem ressentimento
sofrimento ou temor.
Tenho apenas um antigo amor.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

LiberTIME.

Olhar pro horizonte pode ser uma maneira de encontrar a paz, de deixar pra trás, pois o que passou, passou, as lembranças boas devemos carregar mais, cultivar mais, quem de coração aberto nos vem, e temos que sorrir mais, para quem nos trás momentos bons, dias bons, sem cobrar a mais. Sejamos um só povo, dançando a um só ritmo, em uma só onda, seremos muitos amores de um só coração, pois a unidade nos fortalece, e nisso é que se baseia a nossa canção, por que tudo que temos que fazer são plantar frutos bons, e limpar o coração, correr pro mar, rezar pra Iemanjá, pedir a ela proteção, deixar clarear, iluminar o peito, a alma com emoção, pois estamos vivos pra sorrir, pra sentir e sermos gente doida, mais gente sã!

/LiberTIME.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

(pertub)AÇÃO.

 Ta difícil sorrir com toda essa pertubação, você tenta expor sua energia positiva, mais todos os problemas vem a tona e tudo que eu sinto é vontade de fugir, eu não sei o que fazer, e nem em que pensar, é tanto passos pra dar, mais como ir sem pernas pra seguir, eu não sei o que fazer, e nem em quem confiar, quem são meus amigos, quem está contra mim, um pouco de paz me faria bem, quem tem paz pra vender, o dinheiro é uma merda e corrompe as pessoas, te ilude e te trai, quem quer dinheiro que o faça, quem quer paz que o deixe, ilusão, mentira, falsa paixão, temporal, imoral, sem caráter, o dinheiro é sujo, eu não quero mais, mas, como viver sem ele? Que seja, cereja, doce ou amarga, nem sempre o que cai do pé, esta maduro está bom, talvez o caia desse vez esteja sujo, impuro.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

nata.

temos que ser incansáveis, em nossa eterna busca pelo amor,
temos que estar sempre sorrindo para o sol, lua, para onde for
somos um parte do todo, somos um, porem todos
somos individuais somos lindos e felizes
somos parte da terra, do ar, das águas, rochas e pedra
somos parte da natureza, da fauna, da flora, ser amantes da sua beleza.
estamos juntos, para sermos felizes, e cultivar a felicidade por onde passar.
estamos livres, somos livros, sou uma cansão
estamos quites, somos números, sou prive
eu sou você, e você é nós, eles são eu, e eu, quem sou eu,
eu sou nada, você é nada, eles nada serão, e eu, como saio do chão
Mais ainda deixo, isso e aquilo, para te mostrar que isto isso é,
e lembro-lhe de tomar café, torradas na sala, na cozinha, com o chofe,
mais deixa pra lá, deixa pra cá, deixa pronto for.
Por que sei la, o poema nera sobre amor?

quarta-feira, 28 de maio de 2014

LUZ.

 Estamos numa verdadeira inércia, há sempre algo maior que nós, que nos faz ir pra frente mesmo quando estamos parados, que não nos deixa estagnados, mesmo quando estamos concentrados, que nos faz abestados.
  Nos tentamos ir contra a corrente mais a corrente somos nós, em nós infinitos, estamos sós em dias esquisitos. Ei, mas deixa esse reggae tocar, deixa esses dias voar, e a pluralidade ficar, talvez devemos apenas explorar nossa cabeça feito um radar, mas vem cá, me diz a verdade, que sorrir é tão bom quanto olhar, que basta eu sorrir pra você ficar, e deixa eu te falar, que esse sorriso frouxo faz eu se apaixonar, que teu sorriso é cheio de luz, que teus olhos abrem caminhos, que na tua boca fiz meu ninho e nos teus seios quero morar, deixa de besteira, deixa de zoeira, me deixa te amar.

quinta-feira, 20 de março de 2014

AARTEE.

 A arte vive, tanto vive quanto mata, a arte suja, a arte limpa, a arte ata, como se viver dela se nem ela vive, sozinha, se nem ela faz caminho, qual o caminho da arte, a arte maltrata, e distrata, a arte humilha e rebaixa, até que ponto vale-se viver por ela, quantos dias consegue viver sem ela, quem é ela, está nas esquinas sujas, nos sinais, nos pontos mais teatrais, ou apenas no centro da cidade, jogando malabares, sendo chamados de marginais, de que margem, de que termo, de que ano, de que, se nada  vai limpar a arte, se ninguém muda a, não a deixe muda, pois ela apenas quer lhe dizer, a arte vive!

segunda-feira, 17 de março de 2014

Abre a Janela!

É simples e possível, pode abrir essas portas como se abre todas as chances pra vida, ele abre as portas como se mundo passase por ela, é lindo. Um eterno repeat de todo dia, um circulo perfeito de renovação, inspiração, exploração e realização, um eterno clichê de sorrisos bobos de sentimentos soltos de prazer no que se faz, no que se traz, no que te consome então, um pacífico momento porem zoadento no inínicio de um dia sem sol quente, de sorriso sem dente, de gente carrente de comunicação!

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Apple.

 O sol invade o olhos e cega a frente, a febre queima no peito e embaça a mente, me dilui, de copo em copo fui apagando os meus eus, de topo em topo fui perdendo os teus meus, de foco em foco perdi a foto me vi num breu, se toco e me forço a imergir, se mostro sem rosto te ensino a agir, simplicidade na fuga, magia ao sorrir, ser foda na cama, na trama, na lama até onde a alma fluir!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

D.A.M.A

 É o oposto o imposto, sem posto, é o suposto, o desgosto, gostoso. Mais um trago e tudo se vai, vai um trago e sai, sai de traz, sem mais, passou do sexo, beijou, apagou, a paz. Desfez, os nos da minha timidez, me fez, ser homem por completo, sei lá, nessa paranoia de troca de energias eu fico negativo, eu fico passivo, eu sirvo, nessa parada de pudor, de calor, de fumaça no quarto no banheiro, no corredor, de toalha no chão, na mão, no peito, cade coração, sai dessa, sem pressa, dispersa, sem essa. No drama, a dama se sai bem, na cama sem dona vem cá meu bem, sem ama, sem chama, sem desdem, sem nos, a sós, ta tudo bem. Seja lá onde for o meu amor, vou te mandar flores e meu cobertor, seja lá na cidade do meu avô, ou seja aqui na vizinha eu vou.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Pro lado de cá!

 Do lado de cá, tem rosas, tem rodas de violão, tem gente bonita, tem alegria, saem sorrisos do chão, do lado de lá tem pele macia, menina morena, um olhar que encena, um sorriso no ar, do lado de cá eu vejo o sol se por de vagar, eu fotografo com o olhar, fico esperando você voltar, do lado de cá os pássaros cantam, o vento encanta com um suave passar, do lado de lá, a gente espera, a gente encerra o dia com um lindo luar, a gente conversa, a gente se inversa deixando besteiras pra lá, a gente é assim, correndo pro fim, que não vai acabar, a gente se junta, a gente se monta sem risco de desabar, do lado de lá a vida tem hora, a vida nem chora com medo da maquiagem borrar, a vida nem vive, porque pode perder tempo ao respirar, as calçadas correm, as ruas sem encolhem sem motivos pra se aproximar, dos lados nossos, deixamos simples, deixamos quites, ficamos firmes, ficamos lindos e iluminados, ficamos simples, ficamos sós!

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

B E N.

 E no final eu só quero paz, no final, eu só quero estar bem comigo mesmo, quando a moto barulhenta do vizinho passar em frente a minha casa eu quero estar bem comigo mesmo pra mim transformar toda aquela barulheira numa melodia de duas lindas notas, no final eu tenho que está pronto, para os bons e para os ruins, eu vou estar bem e vou mostrar para os ruins que minhas energias podem suprir e transformar, podem te evoluir e te alterar. No final estarei bem para um novo começo, estarei bem para contornar tudo que vier a mim de alguma forma negativa, no final, eu só quero e tenho que estar BEM.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Little Sheep!

  Se encontrar em um estranho momento de mudança pode te fazer pensar, seriamente, te fazer afundar, em infinitos monólogos que falam sobre a evolução do homem e o quanto ele depende de alguém do seu lado, eu aceitei mudar, eu realmente quero me envolver, sorrir sem ver porque, brigar com ciumes do cara da TV, ou do ator bonito que vimos no cinema numa sexta de lazer, eu quero beijar você, e nesse momento eu quero prometer pra mim mesmo nunca te deixar, e ser pra sempre seu, fazer parte do seu bem estar, ou simplesmente te ver acordar, eu quero ter ciumes dos seus pais, eu quero mijar de rir das tuas infantilidades que me apaixonam cada vez mais, eu quero ser teu cais. Ficaremos assim, usando palavras no diminutivo, porque ser cute sempre estará no mainstream, e nada de status em redes sociais, a unica coisa que quero atualizar é minhas manhãs sendo acordadas com whatsapp seu, quero dormir sabendo que amanhã vou te dizer eu te amo sem que isso me custe um pecado, ou um relicário, eu mudei por você, e por você virei a pagina de finais de semanas com garotas quais quer, e agora quer mudar minha vida sendo minha pro que der e vier?

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

1.9 Times.

Dez e nove anos, um pouco de muito tempo passado, um pouco de um muito aproveitado, somos seres divididos em partes, simples, complexas, inversas, contrarias, somos seres de luz e energia, basta saber usa-las, somos um pouco, somos um todo, não somos nada, sou isso, aquilo, quase nada, um menino, magrinho, alegre, deixou marca, uma corrida em busca de tudo, tudo passa, um sonho do tamanho do mundo, o mundo mata, ser um rei, sem lei, ser um, ser mais, será? Foram passos, foram laços, foram sonhos, serão traços, serão abraços, serão risonhos, eu sou isso, você é isso, persistimos nisso, nessa louca viagem de um dia sorri sem um motivo amplo, sem desistir de um sonho, sem ser apenas isso!

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

begin.

 Dai que a gente para pra ver o que passou e vê como a vida é tão foda tão escrota e perfeita contigo, tudo vai passando, sonhos, vontades, gostos, modas, musicas, e tudo isso vai deixando um pouquinho, vai te elucubrando e te deixando correto da tua forma, vai te moldando te acertando. Da infância a loucura, a ousadia o sorriso, da pré adolescência os sonhos, as musicas, os amigos, as risadas, o proibido. Adolescência os beijos, os abraços, os carinhos, calças skinning, cigarros, as bebidas escondidas. Do hoje o melhor, o pior, o saudável, o indigesto, o alegre, o anormal, o normal, o mal, uau, a vida passa tão rápido que pode ser pecado esquecer de dar tchau, pode ser errado não fazer um pouco de mal, e pode ser tarde prum sonho adolescente vim a tona, vim sem dona, vim mortal!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

OVENTO.

 Sobre amar coisas que não exitem, mais venho cultivando amores fraternos de pessoas que nunca conheci, achei nos braços de uma velha senhora um amor incandescente e dissimulado, tal pessoa me acolheu como colher segura o caldo, e me tratou bem ao ponto deu ficar com ela por três meses, más nesses meses eu me perdi no além, me apaixonei por bandas que acabaram, por pessoas que nunca me visitaram, por musicas mal gravadas, por fitas quebradas, me encontrei num vinil, na esquina, num frio, me afoguei nas letras, nas lagrimas, num vinho, me pressionei, ou me aparei, supri algumas necessidades loucas como um rei, mais me estabilizei na paralela forma de escrever um romance sem vez. Ficar sorrindo ao vento parece uma ótima maneira de esquecer do relento, que fica do lado de fora da porta da cabana de vocês, ficar deitado no frio, pensar no vazio, num navio ocupado por um boêmio francês, esta sentado no quarto, num farto, pedaço de bolo com ameixa e limão, parece meio cortês. Quem são vocês que ficam na esquina esperando o vento passar, quem são elas aquelas meninas de vestidos curtos e um salto descendo do quarto andar, quem são as senhoras da valsa da sexta que não sabem dançar, quem somos nós sentados na calçada, com as canelas amaradas fazendo promessas de nunca se separar, posso te servir o jantar?

domingo, 8 de setembro de 2013

Boas amizades então?

Me pego me perguntando quem são as boas amizades? São os que te chamando domingo a noite pra praia pra tomar vinho e tocar violão? São que te chamam sexta a noite pra comer açaí escultar reggae e dormir então? São os que te chamando sábado de manhã pra da um role de skate e no final do role beber pra tirar o cansaço do chão? Ou são os que não estão perto não te chamam, não te sente, não te são? Quem são as boas amizades da balada de sábado? Quem são as boas amizades na roda de amigos com alguns conhecidos? Quem são, eu só queria saber quem são realmente as boas amizades pra mim, e as que não são, eu tento evitar o obvio o utópico o olho, do furacão, eu tento evitar namoros, evitar choros e a dor, não consigo evitar dinheiro, os parceiros, e beber uísque como aprendi vendo com meu avô!

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

About.

 Sobre esta longe de casa, longe de si, tudo um pouco se desfaz aqui, monotonia rotatória, compro coisas para suprir minhas doenças, meus sonhos mal arquitetados, esqueci a câmera, as malas, esqueci a cabeça e um cigarro, sobre rodas vou e volto pelas mesmas marcas, não podemos errar o traçado, existe traçado, alargador maior, cigarro menor, barba maior, cabelo enorme, estado de apuração mental ou educação espiritual, ainda não sei descrever qual o meu estado fundamental. Procuro respostas nas letras das musicas, progresso mal sucedido, eu apenas procuro. Perdi a noção do que é escrever algo por apenas falta de fazer, ou ser, algo. Mais continuo, sentido, tentando, emitindo, surtando, entre gritos e choros vou elucubrando, o que será certo amanhã? Só não errar depois, eu já não sei o que foi, o ontem, se foi!

domingo, 25 de agosto de 2013

MONOTONIA.

Eu não estou mais tão feliz de estar por aqui, sei lá, eu não posso ter minhas coisas, só posso gastar o que querem, eu não nasci pra ser preso, muito menos privado, eu não gosto de injustiça, me dar nojo e náuseas, as vezes soa meio egoísta, egocêntrico mais não é tão assim, é uma questão de equilíbrio, maturidade, eu tou mudando toda hora, e toda hora não me vejo mais aqui, infelizmente, eu amo esse lugar, mais me machuca querer me privar, socializar, gosto de dar tempo ao tempo e ficar olhando pro céu vendo as nuvens passar, eu apenas quero deixar fluir, rir.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Ciano.

Longe de casa parece que tudo é novo pra mim, pedras nas calçadas são novas como balões de cores negras vindo do amarelo, pessoas vistas de costas não novas aos meus olhos com cores de vermelho inverso, um mundo que eu já vi vindo e indo num tinto vinho fresco em verde oliva ao reverso. Eu vejo por do sol as seis e alguns nascer as dezesseis, eu vi o inverno migrando à aves que viram o regresso em partes, eu presenciei a aurora boreal acontecendo a meio dia num calor infernal, eu parei de compreender os sonhos quando você me disse que sempre acordamos no começo do final do dia em que eu pensei que domingo era legal, normal, caminhei da praia a areia virei na reta e me esbarrei no vento, o relento havia pessoas sorrindo, em quanto num hino cantavam havy metal e new blues, acabei, no meio do começo do trecho da frase terminada em lei.